O Pr. Gilson Soares dos Santos é casado com a Missionária Selma Santos, tendo três filhos: Micaelle, Álef e Michelle. É servo do Senhor Jesus Cristo, chamado com santa vocação. Bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional), Campina Grande/PB; Graduado em Filosofia pela UEPB (Universidade Estadual da Paraíba); Pós-Graduando em Teologia Bíblica pelo CPAJ/Mackenzie (Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper). Professor de Filosofia e Teologia Sistemática no STEC. Professor de Teologia Sistemática no STEMES, em Campina Grande - Paraíba. Pastor do Quadro de Ministros da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (AIECB). Pastoreou a Igreja Evangélica Congregacional de Cuité/PB, durante 15 anos (1993-2008). Atualmente é Pastor Titular da Igreja Evangélica Congregacional em Areia - Paraíba.

18 de maio de 2016

Domingo da Igreja Perseguida - DIP - Versão 2016

DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA – DIP – VERSÃO 2016

Pr. Gilson Soares dos Santos

O Domingo da Igreja Perseguida, ou simplesmente DIP, é um dia de intercessão pelos cristãos perseguidos ao redor do mundo. As estatísticas mostram que existem cerca de 100 milhões de cristãos enfrentando algum tipo de perseguição por causa da sua fé em Cristo.

O DIP (Domingo da Igreja Perseguida) é um evento idealizado pelo fundador da Missão Portas Abertas (Clique aqui para ir ao Site de Portas Abertas), o irmão André, cujo propósito é servir aos cristãos perseguidos e, ao mesmo tempo, conscientizar a igreja brasileira sobre a perseguição, levantando um exército de intercessores pelos crentes perseguidos. O evento vem acontecendo em diversas igrejas no Brasil, desde 1988.

Este ano (2016) o DIP acontecerá no próximo dia 22 de Maio, e tem como tema: “ESPERANÇA PARA A IGREJA NO IRAQUE E NA SÍRIA”. Nesse dia, milhares de cristãos em todo o Brasil estarão orando em favor dos nossos irmãos e irmãs no Iraque e na Síria.

A Igreja Evangélica Congregacional na cidade de Areia - Paraíba, pastoreada pelo Pr. Gilson Soares dos Santos, é uma das 7607 igrejas cadastradas que participam do evento. No próximo dia 22, durante todo o domingo, estaremos em atividades de edificação, conscientização, oração e intercessão pelos cristãos no Iraque e na Síria.

Transcrevemos a seguir os propósitos do DIP deste ano. Para isto, recorremos ao que está no Site do DIP (Clique aqui para ir ao tema do DIP).



TEMA DIP 2016

Atualmente, o extremismo islâmico é de longe a mais significativa fonte de perseguição no mundo. 80% dos países listados pela Classificação da Perseguição Religiosa 2016 são afetados por esse tipo de perseguição, que pode vir dos governos, das comunidades e até mesmo das próprias famílias.

A guerra civil na Síria (luta entre o regime de Bashar Assad e rebeldes), e o crescimento do grupo extremista autoproclamado Estado Islâmico no Iraque e também na Síria, têm forçado milhares de cristãos a fugir em busca de um lugar de paz. O extremismo islâmico no Oriente Médio é responsável pela maior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial, e tem deixado a comunidade cristã sem muitas esperanças quanto ao futuro. Segundo estimativas, 11 milhões de sírios -­ metade da população -­ morreram ou fugiram do conflito desde 2011.

Todos os dias, vemos e ouvimos nos meios de comunicação histórias de refugiados, e sabemos que eles precisam de nossa ajuda e de nossas orações. É por esse motivo que convidamos você a orar para que o Evangelho continue sendo proclamado ali e para que a esperança em Jesus continue viva no coração dos cristãos.

A Portas Abertas tem apoiado igrejas a permanecer e pessoas a sobreviver e brilhar a luz de Cristo em meio à escuridão, através de apoio emergencial, aconselhamento pós-trauma, distribuição de Bíblias e materiais cristãos e treinamento de líderes. Mas nossas orações são fundamentais. Junte sua voz para orar e falar por nossos irmãos e irmãs no Iraque e na Síria.

Aproveite essa oportunidade para interceder por nossa família perseguida. Ajude a manter a esperança viva.

Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. Romanos 12.12

Esperança para a igreja no Iraque e Síria

14 de maio de 2016

Primeiro ato do presidente interino Michel Temer, um culto ecumênico: já começou mal


PRIMEIRO ATO DO PRESIDENTE INTERINO MICHEL TEMER, UM CULTO ECUMÊNICO: JÁ COMEÇOU MAL

Pr. Gilson Soares dos Santos

Qual foi o primeiro ato do presidente Temer (PMDB) ao pisar no gabinete presidencial do Palácio do Planalto? um culto ecumênico. Podemos encontrar a matéria publicada pela Revista Veja Online (para ler a matéria clique aqui). Pois é, já começou mal.

O presidente Michel Temer convidou para celebrar o culto ecumênico os pastores Silas Malafaia (Assembleia de Deus Vitória em Cristo), Samuel Ferreira (Assembleia de Deus do Brás), Marco Feliciano (Catedral do Avivamento), Missionário Olímpio (Igreja Mundial de Valdomiro Santiago). Na celebração estavam líderes de outras igrejas, Dom Edgar Madi (Igreja Católica), Dom Damaskinos Mansur (Igreja Católica Ortodoxa) e crentes neopentecostais. Todos juntos (católicos, assembleianos e neopentecostais) rezaram o Pai Nosso, fizeram leituras de passagens da Bíblia e impetraram a “bênção” sobre Temer.

Talvez o leitor ache estranho que eu, sendo pastor, afirme que o novo gestor do nosso país tenha começado mal ao encomendar um Culto. O problema não é o culto. Temos dois problemas aqui: o ecumenismo e as figuras evangélicas convidadas para a celebração do culto.

Ecumenismo é a bandeira dos pastores e teólogos liberais. Qualquer pastor cristão que se preza sabe que Deus nunca aprova a união ecumênica defendida pela teologia liberal. Todo pastor, que é realmente servo do Deus Altíssimo, jamais aceita unir a Mesa do Senhor com a mesa da incredulidade. Para o verdadeiro pastor não há união espiritual entre católicos e protestantes, pois pregam doutrinas diametralmente opostas, estando separados pela tradição, pela história e pelas doutrinas, principalmente a justificação pela fé. Talvez alguém venha objetar dizendo que eles estavam ali para abençoar o novo governo. Deus, de acordo com a Sua Palavra, não aceita a bênção de sacerdotes que não tem compromisso com Ele.

Os pastores que foram abençoar o novo executivo já demonstraram que tipos de crentes são. Qualquer Ministro do Evangelho que participa de culto ecumênico não tem de Deus a aprovação para abençoar ninguém. Todos sabemos que pastores como Silas Malafaia e outros vem se distanciando cada vez mais da Palavra, abraçando doutrinas que não se sustentam à luz das Escrituras Sagradas e práticas divorciadas do Evangelho. Isso explica porque aceitaram cultuar em comunhão com bispos católicos e crentes neopentecostais.

Tempos difíceis estão por vir. Precisamos orar pelo nosso Brasil, pois a manobra de Michel Temer (e esse culto ecumênico, prá mim, é manobra política) não salvará o país de dias turbulentos que estão por vir. Precisamos orar para que Deus levante pastores que sejam fiéis à genuína doutrina cristã tão defendida pela Reforma Protestante, doutrinas estas que pastores, com más intenções, tentam jogar no lixo.

Oremos pelo Brasil, oremos por Dilma Rousseff, oremos por Michel Temer, oremos por pastores comprometidos com o Reino de Deus.

1 de maio de 2016

Dia do Trabalho: um pequeno Trabalho sobre o Trabalho


DIA DO TRABALHO: UM PEQUENO TRABALHO SOBRE O TRABALHO

Pr. Gilson Soares dos Santos

Hoje é Dia do Trabalho. Hoje é Dia do Trabalhador. Fiz uma pequena consulta a Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã e encontrei esse verbete sobre o Trabalho. Aproveito para postá-lo aqui.

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TRABALHO

Em todas as partes da Bíblia há muitas referências ao trabalho, sendo que as palavras usadas para designá-lo são divididas em duas classes. Há o termo que não tem nenhuma implicação moral nem física, como, por exemplo, quando Deus trabalha na Criação, ou quando há uma referência geral aos trabalhos do homem nesta vida. bfíS'ká (Gn 2.2; Ex 20.9; 1 Cr 4.23; Ag 1.14) emaaèeh (Gn 5.29; Ex 5.13; Pv 16.3; Ec 1.14) em hebraico e ergon em grego são as palavras usuais empregadas com esse propósito. Há, no entanto, outras palavras - /®g/a' (Gn 31.42; Dt 28.33; SI 128.2; Is 55.2; Ez 23.29) e (SI 90.10; Ec 1.3; 2.10; Jr 20.18) no AT, e kopos no NT (Mt 11.28; Jo 4.38; 1 Co 4.12; 15.58; 1 Ts 1.3; 2 Ts 3.8) que subentendem canseira, luta e tristeza.

O trabalho e a labuta nunca são considerados maus em si mesmos; pelo contrário, são considerados a ocupação mental do homem no mundo. Mesmo no seu estado de inocência, 0 homem, como o ápice da Criação, o representante de toda a Criação diante de Deus (Gn 2.15ss.), recebeu o trabalho para realizar como parte da sua existência normal. Esse fato é contrário a boa parte do pensamento moderno que adota a atitude de que o homem deve considerar o trabalho como coisa maligna que precisa, se possível, ser evitado.

A Bíblia repete continuamente, ao mesmo tempo, que o pecado do homem corrompeu e degradou o trabalho. Gn 3.17-18 declara especificamente que o trabalho, por causa do pecado, muda de caráter e se torna a causa da desintegração física final do homem. Parece ser essa a razão pela qual o trabalho, em trechos subsequentes da Bíblia, frequentemente incorpora a idéia da fadiga. De fato, é esse o tema de Eclesiastes, onde o pregador declara que todo o trabalho que 0 homem realiza debaixo de sol é vaidade. O homem, sendo pecador, trabalha visando exclusivamente alvos mundanos, e o resultado é um senso de frustração e desespero, porque ele acabará desaparecendo desta terra e seu trabalho com ele (Ec 2). Somente quando ele interpretar o seu trabalho à luz da eternidade é que sua compreensão desse fato irá mudar.

Porém, mesmo o homem pecaminoso possui grandes dons e capacidades com que pode subjugar e usar o mundo físico. Em Ex 31.1ss.; Jz 3.10 (cf. também Is 45); e muitos outros lugares é declarado que o Espírito Santo dá essas capacidades aos homens. Além disso, é declarado que certos personagens no AT receberam dons especiais de Deus que os qualificariam para realizar o seu trabalho: os Juizes, Saul e até mesmo o rei pagão Ciro (Jz 3.10; 1 Sm 10.6-7; Is 45). Os escritores do NT subentendem o ponto de vista do AT, mas 0 ressaltam especificamente em conexão com os dons e as capacidades que os membros da igreja possuem (1 Co 12; Ef 4.11 ss.). Além disso, enfatizam continuamente que Deus chama todos os homens para trabalhos e posições na vida por meio dos quais devem servi-IO. Embora essa doutrina apareça no AT, como no caso de Ester (Et 4.13-14), 0 apóstolo Paulo a repete com grande freqüência nos seus escritos (Ef 6.5ss.; 1 Tm 6.1-2; Fm).

O trabalho, no entanto, mesmo quando um homem é ricamente dotado, não poderá ser outra coisa senão algo vazio em última análise, a não ser que ele reconheça que o seu verdadeiro propósito é glorificar a Deus. Paulo deixa bem clara essa doutrina ao falar tanto aos servos como aos senhores (Ef 6.5ss.; 1 Tm 6.1-2), resumindo tudo nas suas instruções aos cristãos: “sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11) e na sua exaltação: "Fazei tudo para a glória de Deus" (1 Co 10.31).
           
Na prática, esse conceito de trabalho significa que o cristão sempre deve considerar o seu trabalho como uma tarefa divinamente determinada, na qual, ao cumprir a sua vocação, está servindo a Deus. Dele é exigido, portanto, que seja honesto e diligente em tudo quanto fizer, quer seja empregado, quer seja patrão. É essa a lição central na Parábola dos Talentos (Mt 25.15). Se ele for empregado, terá de ser fiel e obediente, fazendo todas as coisas como ao Senhor (Ef 6.5ss.), ao passo que, se for patrão, Deus colocará sobre ele a responsabilidade de tratar os empregados com justiça e consideração. Deve pagá-los adequadamente e não defraudá-los do seu salário, “porque digno é o obreiro do seu salário” (Lv 19.13; Dt 24.14; Am 5.8ss.; Lc 10.7; Cl 4.1; Tg 5.4-5). Todo o trabalho honesto, portanto, é honroso e deve ser realizado como uma comissão divina para a glória eterna de Deus (Ap 14.13).

W. S. REID

FONTE:
ELWELL, Walter A. Enciclopédia Histórico Teológica da Igreja Cristã. São Paulo: Vida Nova. Volume Único. 2009. p.545.

23 de fevereiro de 2016

Nomes de congregacionais no Dicionário Popular de Teologia, de Millard Erickson

NOMES DE CONGREGACIONAIS NO DICIONÁRIO POPULAR DE TEOLOGIA, DE MILLARD ERICKSON

Pr. Gilson Soares dos Santos

O Dicionário Popular de Teologia, da autoria de Millard Erickson, traz vários nomes de congregacionais. Gostaria de organizar aqui uma lista desses nomes, a fim de nortear possíveis pesquisas de alunos. Lembrando que alguns desses nomes têm posições teológicas duvidosas. Meu objetivo aqui não é julgar a teologia deles, porém, apresentar apenas seus nomes.

CHARLES HAROLD DODD (1884-1973). Ministro congregacional britânico e professor de Novo Testamento em Oxford, Manchester e Cambridge; é conhecido particularmente por seu conceito de escatologia realizada.

CYRUS INGERSON SCOFIELD (1843-1921). Ministro congregacional cujos escritos fizeram muito para popularizar as visões fundamentalista e dispensacionalista, especialmente Manejando bem a Palavra da Verdade e a Bíblia de estudo Scofield.

HORACE BUSHNELL (1802-1876). Teólogo congregacional americano e uma das forças mais influentes na construção do liberalismo norte-americano do século XIX. Expôs a visão da influência moral da expiação.

JONATHAN EDWARDS (1703 1758). Ministro congregacional e um dos principais teólogos do Primeiro Grande Avivamento. Seu pastorado mais importante aconteceu em Northampton, Massachusetts, onde pregou o famoso sermão “Pecadores nas mãos de um Deus irado”. Ele foi presidente da Faculdade de Nova Jersey (Universidade Princeton) apenas algumas semanas antes de sua morte.

JOHN OWEN (1616-1683). Teólogo puritano inglês que enfatizou fortemente a forma congregacional de governo da igreja. Tornou-se um não conformista na década de 1660.

NATHANIEL WILLIAM TAYLOR (1786-1858). Pregador congregacional e teólogo da Universidade Yale, que é visto como o fundador da teologia de New Haven. Modificou o calvinismo, mesclando-o com as ênfases do reavivalismo.

PETER TAYLOR FORSYTH (1848-1921). Teólogo congregacional evangélico inglês.

SOLOMON STODDARD (1643-1729). Pregador congregacional de Northampton, Massachusetts, que exerceu enorme influência sobre o protestantismo na Nova Inglaterra. Avô de Jonathan Edwards.

TIMOTHY DWIGHT (1752-1817). Clérigo, teólogo e educador congregacional. De 1795 até sua morte, foi presidente e professor de teologia na Universidade Yale. Defensor do calvinismo conservador, exerceu influência sobre o Segundo Grande Avivamento. Sua obra principal foi um conjunto de sermões em cinco volumes intitulado Teologia explicada e defendida.

WASHINGTON GLADDEN (1836-1918). Ministro congregacional que muito contribuiu para a popularização da teologia liberal e do evangelho social.

Como eu disse, é uma pequena lista. Pode começar a pesquisar sobre eles.

16 de fevereiro de 2016

Classes de pessoas que não herdarão o Reino de Deus


CLASSES DE PESSOAS QUE NÃO HERDARÃO O REINO DE DEUS

Pr. Gilson Soares dos Santos

Embora muitos nunca tenham atentado para essa temática, a Bíblia classifica, de forma categórica, a lista das pessoas que não entrarão no Céu.

Vamos observar os textos que tratam do assunto.

PROPOSIÇÃO: VEJAMOS ALGUMAS DAS LISTAS DAS PESSOAS QUE NÃO ENTRARÃO NO REINO DE DEUS

1 – PRIMEIRA LISTA: Em I Coríntios 6.9,10

9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, 10 nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. (ARA)

9 Não sabeis que os injustos não hão de herdar o Reino de Deus? 10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus.(ARC)

a) OS INJUSTOS, Adj. Iníquo; contrário à justiça; infundado.

b) OS IMPUROS OU DEVASSOS: Adj. Imundo; indecente; contaminado; sórdido; lúbrico; sensual; inquinado; sujo

c) OS IDÓLATRAS: Adj. 2gen. Adorador de ídolos

d) OS ADÚLTEROS: Adj. Alterado; corrompido; falsificado; que violou ou viola a fidelidade conjugal.

e) OS EFEMINADOS: Adj. Adamado; amaricado; excessivamente delicado; travestis.

f) OS SODOMITAS: s.f. Perversão sexual; prática do coito anal; (do nome de Sodoma, antiga cidade da Palestina); homossexual.

g) OS LADRÕES: Adj. Que furta; que rouba.

h) OS AVARENTOS: Adj. Aquele que é sordidamente apegado ao dinheiro.

i) OS BÊBADOS: adj. Embriagado, alcoólatra.

j) OS MALDIZENTES: Adj. 2gen. S. 2gen. Que tem má língua; pessoa que fala mal dos outros; difamador; caveirista.

k) OS ROUBADORES: Adj. Aquele que rouba. (Em linguagem policial distingue-se: roubar, quando o agente exerce violência, é um furto qualificado. Furtar, quando a subtração se faz sem violência.)

2 – SEGUNDA LISTA: Em Gálatas 5.19-21

19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.(ARA)

19 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, 21 invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.(ARC)

a) PROSTITUIÇÃO: Ato ou efeito de prostituir.

b) LASCÍVIA: Grande inclinação para a luxúria; libidinagem; sensualidade; cabritismo; inclinação desenfreada por sexo.

c) FEITIÇARIA: s.f. Bruxaria; sortilégio; encantamento; magia; mandinga.

d) INIMIZADES: s.f. aversão; malquerência; desafeição; falta de amizade.

e) PORFIA: s.f discussão; contenda de palavras; insistência; pertinácia; disputa; luta; embate.

f) CIÚME OU EMULAÇÃO: s.m. Zelos amorosos; emulação; desejo de posse da pessoa amada.

g) IRA: s.f. cólera; raiva; desejo de vingança.

h) PELEJA OU DISCÓRDIA: Ato de pelejar; combate; ralhos; briga; contenda.

i) DISSENSÕES: Divergência.

j) FACÇÃO OU DIVISÃO: Neste sentido aqui é a divisão por causa de heresias.

k) INVEJA: Desejo violento de possuir o bem alheio.

l) GLUTONARIA: Qualidade de glutão; aquele que come muito; o que come exageradamente.

3 – TERCEIRA LISTA: Em Efésios 5.5

5 Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.(ARA)

5 Porque bem sabeis isto: que nenhum fornicador, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.(ARC)

a)  FORNICADOR OU INCONTINENTE: Aquele que pratica a fornicação; está ligado à prostituição; prática do coito.

4 – QUARTA LISTA: Em Apocalipse 21.8

8 Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

8  Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte.

a) OS COVARDES OU TÍMIDOS: Nesse contexto, refere-se àquele que é enviado pelo Senhor e se acovarda. Há quem diga que a Palavra refere-se ao traiçoeiro, aquele que faz covardia.

b) OS INCRÉDULOS: Aqueles que não crêem nas Palavras de Deus.

c) OS ABOMINÁVEIS: Aquele que pratica abominação. Todo o que pratica atos que Deus abomina.

d) OS HOMICIDAS OU ASSASSINOS: Aquele que mata; o que comete assassinato.

e) OS MENTIROSOS: Aquele que vive na prática da mentira.

5 – QUINTA LISTA: Em Apocalipse 22.15

15 Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.

15 Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.

a) CÃES: Não encontrado. Alguns comentaristas acreditam que refira-se a “canibais”, pessoas que praticam o canibalismo, comem carne humana.

b) Repetição da lista do 21.8

A Bíblia é enfática nisso que expõe. Essas listas explicam  porque Jesus mostrou que o caminho para o Céu é estreito, a porta para o Céu é estreita.
    
A lista é bem maior.
    
Que mantenhamos firme nossa fidelidade à Deus e Sua Palavra.

10 de fevereiro de 2016

Carta de Campina Grande 2016


CARTA DE CAMPINA GRANDE 2016

Nós, membros da igreja de Jesus Cristo, participantes do 18º Encontro para a Consciência Cristã, celebramos a comunhão que desfrutamos como povo de Deus, e unidos ao redor do evangelho de Cristo afirmamos:

1º) Que a mensagem pregada pelos apóstolos tinha por conteúdo exclusivo a verdade inequívoca de que Jesus Cristo era o único capaz de salvar os homens de seus delitos e pecados, e que fora dele absolutamente ninguém pode ser salvo (Atos 4:12).

2º) Afirmamos também que através da morte de Cristo na Cruz todo escrito de dívida que era contra nós foi cancelado (Colossenses 2:13-14) e que, devido a isso, não existe nenhuma maldição ou condenação que possa prevalecer, amedrontar ou escravizar aqueles que por Ele foram salvos.

3º) Afirmamos que o sacrifício de Cristo na cruz do Calvário foi suficiente para livrar o crente de toda condenação do pecado. Em virtude disso, tornam-se desnecessárias ações humanas cujo foco destina-se a quebra de maldições hereditárias, repreensão de espíritos familiares que escravizam os homens ou até mesmo a observância de elementos místicos cujos conceitos não estão fundamentados nas Sagradas Escrituras. Ao contrário disso, afirmamos veementemente que cremos que a morte de Cristo na cruz foi suficiente para libertar os salvos das garras de Satanás dando a estes, vida eterna (Colossenses 1:13-14).

4º) Afirmamos que Cristo é suficiente para a salvação do pecador. Em virtude disso, não existe nada, nem ninguém, nem tampouco nenhuma observância religiosa capaz de corroborar com a salvação dos homens. Acreditamos que a salvação não se deve a uma conquista humana, mas é uma dádiva de Deus. Não nos é possível alcança-la por mérito, mas sim por graça, e que também não é um tipo de troféu que erguemos como fruto do nosso esforço pessoal, mas um presente imerecido (Efésios 2:1-10).

5º) Afirmamos que o evangelho é a boa notícia da salvação graciosa de Deus de que somente pela fé em Jesus Cristo o homem pode ser salvo e que ninguém pode ser justificado por suas obras, visto que todos pecaram e distanciaram-se da glória de Deus (Romanos 3:23; 6:23; Efésios 2:8-9), tornando-se assim incapazes de se autojustificarem diante de Deus (Romanos 3:10-11).

Diante do exposto, concluímos:

Estamos convictos de que fora de Cristo absolutamente ninguém pode ser salvo, portanto, com coração contrito, afirmamos que rejeitamos todo tipo de doutrina, ensino ou conceito teológico que afirme a possibilidade de salvação do pecador fora de Cristo.

Declaramos também, como discípulos do Senhor, que assumimos o compromisso de proclamar Cristo a todos os povos, tribos, línguas e nações, como o único capaz de salvar o homem de seus delitos e pecados (João 10:6; 11:25; 14:6).

Portanto, confiantes na graça de Deus, assumimos este compromisso diante do Todo-poderoso e de Seu povo, a fim de vermos em nossa nação um poderoso progresso do Evangelho de Cristo.

Pr. Euder Faber Guedes Ferreira (presidente da VINACC) 
Pr. Augustus Nicodemus (IPB/GO)
Pr. Aurivan Marinho (IC/PE)
Prof. Brenno Douettes (IB/PR)
Pr. Calvino Rocha (IPB/PB)
Pr. Ciro Sanches Zibordi (AD/RJ)
Pr. Conrad Mbewe (KBC/ZAM)
Pr. Franklin Ferreira (IB/SP)
Pr. Gaspar de Souza (IPB/PE)
Pr. Geremias Couto (AD/RJ)
Pr. Joaquim de Andrade (CREIA/SP)
Pr. Jonas Madureira (IB/SP)
Pr. Jorge Noda (ILEST/PB)
Pr. José Bernardo (AMME/SP)
Pr. Marcos Gladstone (SBB/SP)
Prof.ª Norma Braga (IPB/RN)
Pb. Solano Portela (IPB/SP)
Pr. Renato Vargens (ICA/RJ)
Miss. Rosali Melo (IC/PB)
Miss. Thomaz Litz (Juvep/PB)
Pr. Tiago Santos (IB/SP).

7 de fevereiro de 2016

Carnaval, uma festa estúpida


CARNAVAL, UMA FESTA ESTÚPIDA

Pr. Gilson Soares dos Santos

Antes que alguém venha objetar o título acima, é bom ler toda a postagem. Visto que, o Brasil está cheio de festas estúpidas, sendo o carnaval uma delas. O título que encabeça essa postagem poderia ser mais ousado e chamar o carnaval de festa hipócrita, pois é isso que essa festa representa: a hipocrisia de uma nação.

Carnaval, festa que abriga uma depravação geral, mísera degradação, orgias, devassidões e degeneração da sociedade, desde os poderosos aos pobres.

Carnaval, festa que expõe todos os vícios que a natureza decaída e corrupta do homem é capaz de praticar. Se fosse publicado em livros o que se faz nas festas de carnaval suas páginas teriam cor de trevas.

Carnaval, festa de ambição desordenada, que leva políticos a promoverem folias para benefício pessoal e satisfação da hediondez de suas ações.

Carnaval, folia de vergonhosa libertinagem, intemperança e devassidão. Pessoas arruínam-se pela prática de vícios contrários à natureza, fazendo corar o mais depravado mortal.

Carnaval, folia carregada de ostentação descarada e coisas abomináveis à natureza humana. Homens e mulheres se entregam às paixões mundanas, frequentando lugares de libertinagem, praticando as maiores obscenidades desejáveis pela carne, práticas tão nojentas que tais pecadores jamais teriam coragem de contá-las em público.

Carnaval, comemoração que cega o povo de tal maneira que este se torna incapaz de se proteger da tirania e dos vícios detestáveis, exercidos por muitos governantes.

Carnaval, comemoração que conquistou o mais longo feriado brasileiro, pois tudo (ou quase tudo) fica fechado na folia momesca.

Carnaval, festa que deixa o povo inebriado de deleites, pulando intoxicado pela hipocrisia reinante e o veneno da tentação a ferver-lhe o sangue. Preso por uma paixão contagiosa.

Na quarta-feira, pecadores ainda distantes da graça salvadora de Cristo, buscam cinzas para, ilusoriamente, trazer purificação para seus pecados. Comprovando que nunca aprenderam nada sobre a expiação por meio do sangue de Cristo. Piorando a situação, recebem o aval de líderes religiosos que tem medo de confrontar essas práticas bizarras.

Quem para e analisa a folia de carnaval pode contemplar um quadro revoltante, que revela o estado moral brasileiro. Pois “o estado moral de um povo pode ser convenientemente avaliado pelo modo como passa suas horas de recreio, e pelo caráter das diversões que são do gosto popular”.

Pois bem, o carnaval revela o estado moral de grande parte do povo brasileiro. Por isso, ratifico o título: o carnaval é uma festa estúpida.

31 de janeiro de 2016

Consciência Cristã e Nova Consciência: um esclarecimento necessário


CONSCIÊNCIA CRISTÃ E NOVA CONSCIÊNCIA: UM ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO

Pr. Gilson Soares dos Santos

Tem gente pensando que o Encontro Para a Consciência Cristã, realizado pela VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã) e o Encontro para a Nova Consciência, promovido pela ONG Nova Consciência, são o mesmo evento. A resposta é “não”. Reafirmando: não são o mesmo evento. São eventos antagônicos. Pretendemos, nessa postagem, esclarecer essa confusão.

Na cidade de Campina Grande – PB, no período do carnaval, são realizados vários eventos que buscam tratar das questões imateriais do ser humano, tais como, MIEP (Movimento de Integração do Espírita Paraibano), CRESCER (evento católico), Encontro para a Nova Consciência e Encontro para a Consciência Cristã. Os dois últimos tem sido motivo de confusão para algumas pessoas. É que alguns confundem os dois eventos, crendo que sejam o mesmo.

O Encontro para a Nova Consciência tem estreita ligação com a Nova Era, a Nova Consciência Cósmica. É um evento que tem como finalidade promover o ecumenismo em seu sentido mais amplo, buscando a unidade entre as religiões. O evento busca, de maneira esotérica, unir pessoas de todos os credos e religiões em busca da paz, através da tolerância e, como eles afirmam, do respeito e do amor, buscando o diálogo inter-religioso.

O Encontro para a Consciência Cristã é um evento Cristocêntrico. A finalidade é pregar o genuíno Evangelho do Senhor Jesus Cristo, conforme está nas Sagradas Escrituras. O Encontro para a Consciência Cristã busca ensinar as doutrinas bíblicas. Por isso, traz pregadores e cantores que tenham compromisso com a Verdade das Escrituras Sagradas.

Os encontros (da Nova Consciência e da Consciência Cristã) são antagônicos. Enquanto a Nova Consciência abraça a Nova Era, que, segundo John Stott, “é uma mistura bizarra de diversas crenças, incluindo religião e ciência, física e metafísica, panteísmo antigo e otimismo evolucionista, astrologia, espiritismo, reencarnação, ecologia e medicina alternativa”, a Consciência Cristã, por sua vez, abraça a Cosmovisão Cristã, onde todas as coisas devem ser vistas a partir da visão cristã estabelecida nas Escrituras.

Fica, então, esclarecido que o Encontro para a Nova Consciência e o Encontro para a Consciência Cristã, embora ambos aconteçam em Campina Grande – PB, no mesmo período (de carnaval), são eventos diferentes e antagônicos. Quem chega em Campina Grande, nessa época, deve ter muito cuidado para não para não confundir os eventos.

Em tempo: quero convidar o (a) querido (a) leitor (a) a comparecer ao Encontro para a Consciência Cristã e ser grandemente abençoado com a pregação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Começa nesta Quinta-Feira, dia 04 de Fevereiro de 2016, às 19:00h, no Parque do Povo em Campina Grande – PB.

27 de janeiro de 2016

18º Encontro para a Consciência Cristã: e em nenhum outro há salvação


            18º ENCONTRO PARA A CONSCIÊNCIA CRISTÃ: E EM NENHUM OUTRO HÁ SALVAÇÃO


Falta pouco para o 18º Encontro para a Consciência Cristã, que acontecerá de 04 a 09 de fevereiro de 2016, no Complexo do Parque do Povo, em Campina Grande, Paraíba. Com o tema “E em Nenhum Outro Há Salvação”, o evento terá a participação de vários preletores reconhecidos nacional e internacionalmente, que ministrarão palestras e plenárias durante os seis dias de encontro.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Consciência Cristã terá a realização das grandes plenárias. Estas acontecerão no Pavilhão Consciência Cristã, estrutura a ser montada na parte superior do Parque do Povo. As plenárias ocorrerão nas seis noites e em quatro manhãs do evento, e terão momentos de louvor e ministração da Palavra. A partir do dia 06 de fevereiro, sábado, as plenárias ocorrerão pela manhã e à noite, e terão dois momentos de pregação.

O Encontro para a Consciência Cristã terá ainda programações na parte da tarde. São os eventos paralelos, que terão diversos seminários voltados para vários públicos. As palestras desses eventos ocorrerão em locais adjacentes ao Parque do Povo, e tratarão de temas variados, como missões, fé e ciência, feminilidade, liderança, teologia, apologética e outros.

As plenárias noturnas da Consciência Cristã 2016 serão abertas ao público. Já as plenárias matutinas e os eventos paralelos requerem inscrição prévia.

As plenárias e seminários serão ministrados por 32 preletores já confirmados pela organização do evento, nomes conhecidos nacional e internacionalmente. Russell Shedd, Augustus Nicodemus, Hernandes Dias Lopes, Franklin Ferreira, Heber Campos Jr., Solano Portela Neto, Jonas Madureira, Norma Braga, Renato Vargens, Sillas Campos e Ciro Sanches Zibordi são alguns dos palestrantes confirmados, além de Conrad Mbewe, pastor batista nativo de Zâmbia, região centro-sul da África, que estará pela primeira vez no encontro.

Mas essas não serão as únicas atividades da Consciência Cristã. Paralelamente às plenárias, acontecerá o 14º Consciência Cristã Kids, evento destinado às crianças. Ali, os menores de 12 anos poderão ter momentos de louvor e de Palavra em uma linguagem específica para eles, também com mensagens voltadas para o tema “E em Nenhum Outro Há Salvação”. Para participar, as crianças deverão ser levadas ao Pavilhão Kids, também no Parque do Povo, por seus pais ou responsáveis. A entrada é gratuita. Haverá ainda o 6º Consciência Cristã Teen, evento paralelo destinado a adolescentes entre 13 e 18 anos. O evento acontecerá paralelamente às plenárias noturnas, no Pavilhão da Juventude, entre os dias 06 e 09 de fevereiro, e também terá entrada gratuita.

A 18ª Consciência Cristã também terá a 4ª Feira do Livro da Consciência Cristã, a FELICC, que mais uma vez contará com a participação de algumas das principais editoras evangélicas do país – Sociedade Bíblica do Brasil,  CPAD, Fiel, Vida, Hagnos, Vida Nova, Cultura Cristã, PES, Mundo Cristão, Pão Diário, Esperança, AD Santos, Nustra e Visão Cristã, selo editorial oficial do evento. A ser montada na Pirâmide do Parque do Povo, a feira disponibilizará milhares de títulos a preços especiais, tratando de vários temas de interesse à comunidade cristã.

Os organizadores do Encontro para a Consciência Cristã ainda oferecem suporte a caravanas que desejem participar do evento, e que estejam interessadas em hospedagem alternativa. A VINACC, entidade realizadora do encontro, auxilia grupos, de no mínimo 15 pessoas, que tenham interesse em se hospedar em locais como escolas e igrejas de Campina Grande.

FONTE:

http://conscienciacrista.org.br/entenda-o-formato-do-18o-encontro-para-a-consciencia-crista/

19 de janeiro de 2016

Nota pública sobre debates entre calvinistas e arminianos

NOTA PÚBLICA SOBRE DEBATES ENTRE CALVINISTAS E ARMINIANOS

Diante da recorrência de discussões e ataques pessoais realizados no âmbito eclesiástico, na internet e nas redes sociais, especialmente entre calvinistas e arminianos para a defesa de posições teológicas, NÓS, abaixo subscritos, vimos a público emitir a presente nota:

Reconhecemos a importância e a historicidade do debate teológico dentro da tradição cristã como meio de defesa e salvaguarda da verdade e, consequentemente, da ortodoxia bíblica.

Apoiamos a produção e a reflexão teológica realizada no ambiente da internet, em virtude de seu caráter democrático e do livre curso de ideias, como corolário da Reforma Protestante.

Repudiamos, todavia, que para a defesa de posições teológicas haja discussões e ataques pessoais realizados em nome da fé, que promovem dissensões, inimizades e escândalo ao nome de Cristo. Rejeitamos, assim, todo e qualquer conteúdo difamatório, ofensivo e jocoso, ainda que a pretexto do humor, produzido contra irmão de vertente religiosa diversa, que atente contra sua honra e imagem.

Entendemos incompatíveis com os preceitos que devem reger a conduta dos discípulos do Mestre posturas antiéticas que estimulam a zombaria, o desrespeito e o escárnio, baseado em dolo, distorções e mentiras.

Discordamos das publicações anônimas, especialmente quando realizadas com o objetivo de provocar animosidade e discórdia entre os cristãos. Além de ser proibido constitucionalmente (Art. 5o, IV), o anonimato atenta contra os princípios bíblicos da transparência (2Co 3.18), sinceridade (Tt 2.7) e honestidade (1Tm 2.2).

Relembramos que a calúnia, a injúria e a difamação são crimes contra a honra, de acordo com o Código Penal Brasileiro, os quais não se coadunam com o caráter do verdadeiro cristão, que deve expressar o fruto do Espírito (amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança), conforme Gálatas 5.22.

Aconselhamos os cristãos piedosos a não dar audiência a páginas e grupos que promovam tais ofensas.

Defendemos e incentivamos a exposição de convicções cristãs, bem como o debate teológico na internet e nas redes sociais, de modo irênico, ou seja, de espírito pacífico (Rm 12.18), com cordialidade e respeito. A discordância e a confrontação das ideias alheias, quando for o caso, devem ser conduzidas com ética, honestidade intelectual e de maneira objetiva, sem denegrir e atacar o oponente.

Asseveramos que a produção teológica é, sobretudo, um ato de glorificação a Deus. Discussões, pois, que se desenvolvem com o único propósito de vencer desavenças intelectuais, baseadas em disputas do ego, estão longe de honrar o nome de Cristo. A determinação bíblica de “falar o que convém à sã doutrina” (Tt 2.1) exige coragem, mas também responsabilidade, para os cristãos em geral e os pastores em particular, os quais devem ser, dentre outras coisas, “irrepreensíveis, honestos, moderados, aptos a ensinar, não contenciosos…” (1 Tm 3.2,3).

Citamos, a propósito, as palavras de J.I. Packer: “Se a nossa teologia não nos reaviva a consciência nem amolece o coração, na verdade endurece a ambos; se não encoraja o compromisso da fé, reforça o desinteresse que é próprio da incredulidade; se deixa de promover a humildade, inevitavelmente nutre o orgulho. Assim, aquele que expõe teologia em público, seja formalmente, no púlpito ou pela imprensa, ou informalmente, em sua poltrona, deve pensar muito sobre o efeito que seus pensamentos terão sobre o povo de Deus e outras pessoas”.

Recomendamos, assim, a importância da constante elevação bíblica e espiritual do nível dos debates teológicos. E caso nos deparemos com um irmão em Cristo com postura inadequada e não condizente com a ética e pratica cristãs, que ele seja repreendido, mas que em tal ato não falte educação e principalmente amor.

Reconhecemos as diferenças marcantes historicamente existentes entre as tradições calvinistas e arminianas, notadamente em referência à doutrina da salvação. Todavia, tais divergências teológicas não suplantam a comunhão cristã que deve haver entre os irmãos dessas duas vertentes da cristandade. Em uníssono, à luz das Escrituras Sagradas, enfatizamos que a salvação somente se alcança em Cristo somente, mediante a graça somente, pela fé somente (Rm 3.24; Ef 2.8; Tt 2.11).

Finalizamos com a menção ao episódio em que o calvinista George Whitefield foi perguntado se esperava ver o arminiano John Wesley nos céus. Sua resposta foi: “Não. John Wesley estará tão perto do Trono da Glória, e eu tão longe, que dificilmente conseguirei dar uma olhadela nele”. Assim se tratam verdadeiros cristãos que discordam em questões de soteriologia, mas que não fazem nada por contenda ou vanglória, e consideram os outros superiores a si mesmos (Fp 2.3). E, sobretudo, estes sabem o preço custoso com que foram comprados por Cristo Jesus.

18 de janeiro de 2015.

·         Augustus Nicodemus Lopes, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-GO.
·         Altair Germano, pastor da Assembleia de Deus – Itália, escritor.
·         Carlos Kleber Maia, pastor da Assembleia de Deus – RN, escritor de obra arminiana.
·         César Moisés de Carvalho, pastor da Assembleia de Deus, teólogo, escritor.
·         Ciro Sanches Zibordi, pastor da Assembleia de Deus na Ilha da Conceição em Niterói – RJ, escritor e articulista.
·         Clóvis José Gonçalves, membro da igreja O Brasil para Cristo e editor do blog Cinco Solas.
·         Davi Charles Gomes, Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP.
·         Euder Faber Guedes Ferreira, pastor, presidente da VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã).
·         Solano Portela Neto, presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil, conferencista e autor reformado.
·         Franklin Ferreira, pastor batista, diretor geral do Seminário Martin Bucer-SP.
·         Geremias do Couto, pastor da Assembleia de Deus, escritor.
·         Glauco Barreira Magalhães Filho, pastor batista – CE, professor universitário, escritor.
·      Gutierres Fernandes Siqueira, membro da Assembleia de Deus – SP, editor do blog Teologia Pentecostal.
·         Helder Cardin, pastor batista, reitor do Seminário Palavra da Vida-SP.
·         Jamierson Oliveira, pastor batista, teólogo, escritor.
·         Jonas Madureira, pastor batista, editor de Edições Vida Nova e professor do Seminário Martin Bucer.
·         José Gonçalves, pastor da Assembleia de Deus – PI, teólogo, escritor.
·         Magno Paganelli, pastor da Assembleia de Deus – SP, teólogo, escritor.
·         Marcos Antônio Moreira Guimarães, professor de teologia, obreiro da Assembleia de Deus – MT.
·         Mauro Fernando Meister, diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper-SP.
·         Norma Cristina Braga Venâncio, escritora, membro da Igreja Presbiteriana do Pirangi, Natal-RN.
·         Paulo Romeiro, pastor, teólogo, escritor.
·         Renato Vargens, pastor da Igreja Cristã da Aliança de Niterói-RJ.
·         Solon Diniz Cavalcanti, pastor, teólogo, presidente do CEAB Transcultural.
·         Thiago Titillo, pastor batista, professor, escritor.
·     Tiago José dos Santos Filho, pastor batista, editor-chefe da Editora Fiel, diretor pastoral do Seminário Martin Bucer-SP.
·         Uziel Santana, presidente da Anajure (Associação Nacional de Juristas Evangélicos).
·    Valdeci do Carmo, obreiro da Assembleia de Deus, teólogo, coordenador do curso de Teologia das Faculdades Feics, Cuiabá/MT.
·       Valmir Nascimento Milomem Santos, teólogo da Assembleia de Deus, professor universitário, editor da revista Enfoque Teológico.
·        Wallace Sousa, evangelista da Assembleia de Deus, DF, escritor, pós-graduado em teologia, coordenador da União de Blogueiros Evangélicos.
·         Wellington Mariano, pastor da Assembleia de Deus, escritor e tradutor de obras arminianas.
·         Wilson Porte Junior, pastor batista e professor do Seminário Martin Bucer.
·     Zwinglio Rodrigues, pastor batista, escritor de obra arminiana.

FONTE:

http://voltemosaoevangelho.com/blog/2016/01/nota-publica-sobre-debates-teologicos-entre-calvinistas-e-arminianos/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+voltemosaoevangelho+%28Voltemos+ao+Evangelho%29.