O Pr. Gilson Soares dos Santos é casado com a Missionária Selma Santos, tendo três filhos: Micaelle, Álef e Michelle. É servo do Senhor Jesus Cristo, chamado com santa vocação. Bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional), Campina Grande/PB; Graduado em Filosofia pela UEPB (Universidade Estadual da Paraíba); Pós-Graduando em Teologia Bíblica pelo CPAJ/Mackenzie (Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper). Professor de Filosofia e Teologia Sistemática no STEC. Professor de Teologia Sistemática no STEMES, em Campina Grande - Paraíba. Pastor do Quadro de Ministros da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (AIECB). Pastoreou a Igreja Evangélica Congregacional de Cuité/PB, durante 15 anos (1993-2008). Atualmente é Pastor Titular da Igreja Evangélica Congregacional em Areia - Paraíba.
1 de julho de 2012
EBD: Qualidade Alta, Quantidade Baixa
30 de junho de 2012
IBGE Divulga: Número de Evangélicos Aumenta 61% em 10 Anos - Isto é Bom ou Ruim?
Número de evangélicos aumenta 61% em 10
anos, aponta IBGE
Os católicos diminuíram 1,3% entre 2000 e 2010, segundo o Censo.
Mas o país segue de maioria católica, com 123,2 milhões de pessoas.
| Número de brasileiros em cada religião/Censo 2010 | |
|---|---|
| Religião | População |
| Católica apostólica romana | 123.280.172 |
| Evangélicas | 42.275.440 |
| Espírita | 3.848.876 |
| Umbanda, candomblé e religiões afrobrasileiras | 588.797 |
| Outras religiões | 5.185.065 |
| Sem religião | 15.335.510 |
| Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) | |
| Brasileiros, por sexo, em cada religião/Censo 2010 | ||
|---|---|---|
| Religião | Homens | Mulheres |
| Católica apostólica romana | 61.180.316 | 62.099.856 |
| Evangélicas | 18.782.831 | 23.492.609 |
| Espírita | 1.581.701 | 2.267.176 |
| Umbanda, candomblé e religiões afrobrasileiras | 269.488 | 319.310 |
| Outras religiões | 2.364.696 | 1.122.524 |
| Sem religião | 9.082.507 | 6.253.004 |
| Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) | ||
29 de junho de 2012
Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino do Inclusivismo
26 de junho de 2012
Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino da Oportunidade Universal
OBSERVAÇÃO: Recomendo que você leia também:
Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino do Exclusivismo
Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino do Inclusivismo
23 de junho de 2012
A Rio+20 Acabou: Pastores Evangélicos Fizeram a Coisa Certa
21 de junho de 2012
Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino do Exclusivismo
Restritivismo.
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Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino da Oportunidade Universal
Para Onde Vão As Pessoas Que Nunca Ouviram Falar de Jesus? O Ensino do Inclusivismo
20 de junho de 2012
Caio Fábio Afirma: A Bíblia Não é o Livro de Deus e Está Cheia de Erros
Mais uma de Caio Fábio. Agora ele nega a inerrância das Sagradas Escrituras, diz que a Bíblia está cheia de erros e não é o Livro de Deus. Veja o vídeo:
CAPÍTULO I
A SAGRADA ESCRITURA
I. – Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, de tal modo que os homens ficam indesculpáveis, contudo elas não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e de sua vontade que é necessário à salvação; portanto aprouve ao Senhor, em vários momentos e de diversas maneiras, revelar-se, e declarar sua vontade a sua Igreja. E depois, para melhor preservar e propagar a verdade, e para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e a malícia de Satanás e do mundo, aprouve-lhe entregar a mesma para que fosse plenamente escrita. Isso torna a Sagrada Escritura totalmente indispensável, tendo agora cessado aquelas antigas formas de Deus revelar sua vontade a seu povo.
II. – Sob o nome de Sagrada Escritura, ou a Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e Novo Testamentos, os quais são:
Velho Testamento
Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Ester, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.
Novo Testamento
Mateus, Marcos, Lucas, João, Os Atos dos Apóstolos, A Epístola de Paulo aos Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito, Filemom, A Epístola aos Hebreus, A Epístola de Tiago, A Primeira e a Segunda Epístola de Pedro, A Primeira, Segunda e Terceira Epístola de João, A Epístola de Judas, e O Apocalipse.
Todos estes foram dados pela inspiração de Deus para serem a regra de fé e vida.
III. – Os livros comumente chamados de Apócrifos, não sendo de inspiração divina, não fazem parte do cânon da Escritura; e, portanto, não são de nenhuma autoridade na Igreja de Deus, nem de modo algum podem ser aprovados ou utilizados senão como meros escritos humanos.
IV. – A autoridade da Sagrada Escritura, pela qual ela deve ser crida e obedecida, não depende do testemunho de qualquer homem ou igreja, mas única e totalmente de Deus (que é a própria verdade), que é seu Autor; e, portanto, deve ser recebida, porque é a Palavra de Deus.
V. – Pelo testemunho da Igreja podemos ser movidos e induzidos a um elevado e reverente apreço pela Sagrada Escritura; e a sublimidade do conteúdo, a eficácia da doutrina, a majestade do estilo, a harmonia de todas as partes, a abrangência de seu todo (que é de dar a Deus toda a glória), a plena exposição que faz do único meio de salvação para o homem, as muitas outras excelências incomparáveis, e sua perfeição total, são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a Palavra de Deus. Não obstante, nossa plena persuasão e certeza de sua infalível verdade e divina autoridade provém da obra interna do Espírito Santo, que, pela Palavra e com a Palavra, testifica em nossos corações.
VI. – Todo o conselho de Deus, concernente a todas as coisas indispensáveis à sua glória, à salvação, fé e vida do ser humano, ou está expressamente registrado na Escritura, ou pode ser lógica e claramente deduzido dela; à qual nada, e em tempo algum, deve ser acrescentado, seja por novas revelações do Espírito, ou por tradições de homens. Não obstante, reconhecemos ser indispensável a iluminação interior do Espírito de Deus para o discernimento salvífico daquelas coisas que são reveladas na Palavra; e que há certas questões concernentes ao culto divino e ao governo da Igreja, comuns às ações e sociedades humanas, que têm de ser ordenadas de acordo com a luz da natureza e da prudência cristã, segundo as regras gerais da Palavra, as quais sempre devem ser observadas.
VII. – Nem todas as coisas são, em si mesmas, igualmente claras nas Escrituras, nem igualmente evidentes a todos; não obstante, aquelas coisas que precisam ser conhecidas, cridas e observadas para a salvação são tão claramente expostas e visíveis, em um ou outro lugar da Escritura, que não só os doutos, mas também os não instruídos, mediante o devido uso dos meios ordinários, podem alcançar uma compreensão suficiente delas.
VIII. – O Velho Testamento em hebraico (que era a língua nativa do povo de Deus dos tempos antigos), e o Novo Testamento em grego (que era a língua mais geralmente conhecida entre as nações no tempo em que o Novo Testamento foi escrito), sendo diretamente inspirados por Deus, e por seu singular cuidado e providência conservados puros ao longo de todos os séculos, são, portanto, autênticos; sendo assim, em todas as controvérsias religiosas, a Igreja deve apelar para elas como recurso final. Visto, porém, que essas línguas originais não são conhecidas a todo o povo de Deus, o qual tem direito e interesse nas Escrituras, e que deve, no temor de Deus, lê-las e pesquisá-las, esses livros, portanto, têm de ser traduzidos para a língua comum de cada nação onde chegam, a fim de que, a Palavra de Deus habitando abundantemente em todos, adorem a Deus de uma maneira aceitável, e pela paciência e pela consolação das Escrituras tenham esperança.
IX. – A regra infalível de interpretação da Escritura é a própria Escritura; e, portanto, quando houver alguma questão acerca do genuíno e pleno sentido de qualquer texto da Escritura (sentido que não é múltiplo, mas único), a mesma deve ser estudada e elucidada por outros textos que falem mais claramente.
X. – O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas devem ser determinadas, e todos os decretos de concílios, opiniões de escritores antigos, doutrinas de homens e espíritos particulares devem ser examinados, e em cuja sentença devemos descansar, não pode ser outro senão a Escritura Sagrada entregue pelo Espírito Santo; nesta Escritura assim entregue a nossa fé finalmente se resolve.
Art. 3º - Da Natureza dessa Revelação
As Escrituras Sagradas foram escritas por homens santos, inspirados por Deus, de maneira que as palavras que escreveram são as palavras de Deus(9). Seu valor é incalculável(10), e devem ser lidas por todos os homens(1).
(9) II Pe 1:19-21; (10) Rm 3:1,2. (1) Jo 5:39.








